Artigos dos bispos
Dom Zanoni Demettino Castro
Arcebispo de Feira de Santana (BA)
Após dez dias de encontro fraterno, vivência e convivência, oração e partilha, retornamos da 62ª Assembleia Geral dos Bispos do Brasil, realizada em Aparecida, São Paulo, com o coração cheio de alegria e graça. Foi um tempo fecundo, marcado por intensos momentos de reflexão, discernimento e comunhão episcopal.
Neste contexto, aprovamos as Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil, expressão da palavra oficial dos Bispos, como sucessores dos Apóstolos. Trata-se de uma orientação que brota da escuta do Espírito e do povo de Deus, iluminada pelo espírito do Concílio Vaticano II e enriquecida pelo magistério das Conferências Episcopais da América Latina — de Medellín a Aparecida. É uma palavra encarnada, próxima do povo, fiel ao Evangelho de Jesus Cristo e atenta aos sinais do nosso tempo.
Essa escuta nos levou, mais uma vez, a reconhecer a realidade histórica e social do nosso povo, profundamente marcada pela presença e pela contribuição do povo negro. Sua dignidade, tantas vezes ferida ao longo da história, continua a clamar por justiça, reconhecimento e inclusão. Não podemos anunciar o Evangelho sem escutar esse clamor.
Num clima de escuta fraterna e espírito sinodal, tive a graça de apresentar aos irmãos bispos o Do umento da Pastoral Afro-Brasileira. Trata-se de um texto que nasce do chão das comunidades, fruto de um longo caminho de escuta, discernimento e compromisso com a vida e a dignidade do povo afrodescendente em nosso país. Ele dialoga com o Magistério da Igreja e responde aos desafios atuais, em sintonia com a consciência internacional que reconhece a escravidão e o tráfico transatlântico como graves crimes contra a humanidade.
Recordei, naquela ocasião, algo fundamental: pastoral é o nome que a Igreja dá ao cuidado com o povo. É o zelo apostólico, especialmente para com os pobres e abandonados. Pastoral é, em sua essência, a própria evangelização em sentido pleno. É fidelidade à missão que Jesus confiou à sua Igreja: “Ide, pois, fazei discípulos de todos os povos” (cf. Mt 28,19-20).
Neste horizonte, a Pastoral Afro-Brasileira não é algo paralelo ou opcional. Ela é expressão concreta do pastoreio de Jesus na história. É a presença da Igreja junto ao povo negro, reconhecendo sua dignidade, valorizando sua cultura de matriz africana e assumindo, com coragem evangélica, o compromisso de superar as marcas históricas do racismo e da exclusão.
O Documento agora está nas mãos de cada bispo. O chamamos de “documento mártir”, no sentido mais eclesial do termo: um texto que se coloca em caminho, aberto ao discernimento da Igreja. Ele será lido, rezado, acolhido e enriquecido por todos, para que possa amadurecer e, oportunamente, tornar-se Documento Oficial da CNBB, tão esperado pela comunidade afrodescendente.
Este é o caminho sinodal que estamos vivendo: caminhar juntos, escutar nos mutuamente e discernir à luz do Espírito. Não se trata apenas de produzir textos, mas de gerar processos de conversão pastoral, capazes de transformar nossas comunidades em sinais vivos do Reino de Deus.
Diante de uma sociedade marcada por tantas feridas — desigualdades, preconceitos, violências — a Igreja é chamada a ser presença samaritana, promotora da dignidade humana e construtora de fraternidade. Isso exige de nós coragem, humildade e fidelidade ao Evangelho.
Que o Espírito Santo nos conduza neste caminho. E que possamos ser, no coração do mundo, uma Igreja que escuta, acolhe e serve, especialmente os irmãos e irmãs que mais sofrem as consequências da exclusão e da injustiça.
Dom Walmor Oliveira de Azevedo
Arcebispo de Belo Horizonte (MG)
Os bispos da Igreja Católica no Brasil concluem, hoje, a sua 62ªAssembleia Geral, com a tarefa missionária de consolidar, cada vez mais, a Igreja como “Tenda do Encontro”. No horizonte inspirador da riqueza bimilenar da Igreja, os bispos consolidam as Diretrizes Gerais para a Evangelização no Brasil, com tônica forte na ação missionária, para continuamente qualificar o serviço dedicado às realidades plurais de um país com dimensões continentais. O foco principal é evangelizar anunciando Jesus Cristo, razão primeira e insubstituível da missão, a partir do que define a Igreja sinodal, isto é, de comunhão e participação, com força mística e profética, sustentada pela Palavra e pelos Sacramentos; em comunidades de discípulos missionários, fiel à evangélica opção preferencial pelos pobres, a caminho da plenitude do Reino de Deus. Longe de proselitismos, a Igreja, querida por Jesus, é envolvida por uma espiritualidade que engaja o ser humano em experiências qualificadoras da cidadania civil, com incidências fortes e transformadoras na sociedade, sem perder jamais o que é singular à cidadania do Reino de Deus.
No conjunto de riquezas e experiências, reflexões e debates, discernimentos e decisões sobre variados temas, de interesse interno e na configuração da presença pública da Igreja Católica, a Assembleia Geral definiu as Diretrizes Gerais para a Evangelização no Brasil, mirando os dias vindouros. Trata-se de tarefa essencial e estruturante, que ocorre a partir da rica Tradição da Igreja, em seus mais de dois mil anos, também no horizonte dos sólidos ensinamentos do Concílio Vaticano II e, na contemporaneidade, acolhendo as considerações conclusivas do percurso sinodal iniciado a partir de convocação do saudoso Papa Francisco. Oportuno lembrar que o percurso do Sínodo convocou a Igreja do mundo inteiro a promover amplos processos de escuta e, assim, construir novos caminhos para fortalecer, sempre mais, a comunhão e a participação, consolidando continuamente a ação missionária. Justamente o Sínodo sobre a Sinodalidade inspira a Igreja Católica a ser uma Tenda sempre aberta.
As mais recentes Diretrizes Gerais para a Evangelização no Brasil expressam esta premissa: a Igreja Católica é Tenda sempre aberta, capaz de ampliar a escuta e o acolhimento, sustentada por estacas firmes na fé diante dos desafios atuais. Ao aprovar as novas diretrizes, os bispos respondem ao convite do Papa Leão XIV: pôr em prática, em cada Igreja local, as conclusões do Sínodo e, desse modo, consolidar práticas pastorais capazes de oferecer respostas às rápidas e muitas mudanças sociais, religiosas e culturais no mundo contemporâneo. Portanto, a lucidez é o acolhimento da necessidade de rever métodos do anúncio do Evangelho de Jesus Cristo, a transmissão da fé e o necessário fortalecimento do sentido de pertença à Igreja Católica. Nesta mesma direção, incluem-se as preocupações com o “grito” da Terra, a casa comum, e o clamor dos pobres, urgindo da comunidade dos discípulos de Jesus uma postura mais coerente e audaz, em conformidade com os ensinamentos do Mestre. Todos os discípulos de Jesus são chamados a protagonizar novos processos transformadores, em corresponsável compromisso diante das urgências de preservação dos recursos naturais, do respeito à dignidade humana e da promoção da paz. Para bem viver esse compromisso pastoral, a Igreja no Brasil se percebe como tenda do encontro, uma imagem forte apontando na direção de se compreender os sinais dos tempos. Tenda é lugar do acolhimento de todos para que façam a experiência consoladora de acolher os valores e os sinais do Reino de Deus.
Importante é compreender que a tenda é especialmente acolhedora para os pequenos, abrigo dos estrangeiros, dos expatriados, dos miseráveis. Efetivamente aberta a todos os homens e mulheres de boa vontade, aos carentes de um novo rumo em suas vidas. Tenda do encontro com Jesus, abrigo seguro em meio às tempestades da vida. A tenda lembra também a condição de peregrinos: todos que passam por este mundo são peregrinos. Não permanecem definitivamente nele. Cada peregrino é chamado a aprender lições enquanto caminha, desenvolvendo projetos que promovam a vida e dão rumos novos à sociedade. Com suas Diretrizes Gerais para a Evangelização, considerando-se Tenda do Encontro, a Igreja reafirma a sua missão de servidora do Evangelho junto ao povo, escola e promotora da vida em todas as suas etapas.
Cabe, agora, conhecer e aplicar as Diretrizes aprovadas pelos bispos do Brasil, compromisso de renovar as relações e os processos internos na Igreja, segundo a tônica da comunhão e da participação, contribuindo com um mundo mais justo e solidário, meta da cidadania civil e do Reino de Deus. Discípulos e discípulas de Jesus, “mãos à obra”! O desafio é grande, mas a esperança é ainda maior. A fé é o grande tesouro, a graça de Deus é inesgotável, assim ensina a Igreja – a Tenda do Encontro.
Dom Juarez Albino Destro
Bispo Auxiliar de Porto Alegre (RS)
O papa Leão XIV aborda a descoberta do dom interior de Deus em sua primeira mensagem por ocasião do 63º Dia Mundial de Oração pelas Vocações (DMOV), que será no 4º Domingo da Páscoa, em 26 de abril, Domingo do Bom Pastor. O texto foi publicado no dia 16 de março. Desde o ano de 1964, quando o DMOV foi instituído por São Paulo VI, os papas enviam mensagem ao povo de Deus, refletindo uma temática específica e animando a todos para, juntos, recordarmos da importância de não apenas rezarmos pelas vocações, mas sermos, todos nós, “operários na messe”, ou seja, sermos discípulos missionários de Jesus, ajudando na construção de um mundo de comunhão, paz e amor, onde a vida prevaleça!
Interessante observar um detalhe no endereçamento da primeira mensagem de Leão XIV ao DMOV. Se João Paulo II, em suas 27 mensagens, sempre utilizou o “Veneráveis irmãos no Episcopado, caros filhos e filhas de todo o mundo”, com uma pequena variação nas duas últimas, omitindo o “de todo o mundo”; se Bento XVI iniciou da mesma forma suas 8 mensagens, alterando, com o tempo, para simplesmente “Caros irmãos e irmãs”; se Francisco, em suas 12 cartas, manteve a simplicidade, utilizando o endereçamento direto aos irmãos e irmãs, com apenas uma exceção em 2023, onde acrescentou “Caríssimos jovens”; Leão XIV, em sua primeira mensagem, recupera exatamente esse endereçamento de Francisco de 2023: “Caros irmãos e irmãs, caríssimos jovens”. Parece um mero detalhe, mas, certamente, significa algo muito importante: a mensagem é, sim, para todo o Povo de Deus – cristãos leigos e leigas, pessoas de vida consagrada, ministros ordenados – , mas, especialmente, aos jovens e, por acréscimo, aos que estão no serviço de animação da juventude!
A primeira das 15 mensagens de Paulo VI, 1964, foi por rádio, concluindo com uma oração vocacional que, posteriormente, foi adaptada e, hoje, é rezada – de memória – por muitas comunidades eclesiais do Rio Grande do Sul e de outros estados do Brasil: “Ó Jesus, divino pastor das almas, que chamastes os apóstolos para fazer deles pescadores de homens, atraí a vós ainda almas ardentes e generosas de jovens, para torná-los vossos seguidores e vossos ministros…”. Hoje rezamos assim: “Jesus, mestre divino, que chamastes os apóstolos a vos seguirem, continuai a passar pelos nossos caminhos… e continuai a repetir o convite a muitos de nossos jovens…”. Não se observa no início da maioria das cartas de Paulo VI o endereçamento como vemos hoje nas demais mensagens. Em suas três últimas, porém, utilizou: “A todos os Irmãos e Filhos da Igreja Católica”. No corpo das mensagens, no entanto, percebe-se o destaque aos jovens.
São, ao todo, 63 mensagens vocacionais, escritas por cinco papas, de diferentes nacionalidades: italiano, polonês, alemão, argentino e norte-americano. Formam um verdadeiro tesouro vocacional!
Na mensagem deste ano o papa Leão XIV apresenta uma reflexão sobre a “dimensão interior da vocação, entendida como descoberta do dom gratuito de Deus que floresce no mais profundo do coração de cada um de nós”. Os grifos são nossos para destacar algumas palavras fortes: dimensão interior, descoberta, dom gratuito, coração, vocação. O convite é para percorrermos, juntos, “o caminho de uma vida verdadeiramente bela, que o Pastor nos indica”, afirmou o papa! Vamos?
Beleza. Leão XIV resgata a expressão original em grego presente no evangelho de João, onde Jesus define-se como o pastor belo (Jo 10,11). Sim, estamos acostumados a conhecer o Bom Pastor e não o Pastor Belo. Alguns estudiosos, inclusive, associam o termo grego Kalos (belo) ao termo Kalien, que significa “chamar”. Mesma raiz. Mais que valor estético, artístico, o “belo” está ligado a uma bondade que assume conotações de obediência e compreensão do chamado, possibilitando uma resposta de adesão convicta. “A expressão indica um pastor perfeito, autêntico, exemplar, na medida em que se mostra disposto a dar a vida pelas suas ovelhas, manifestando, assim, o amor de Deus. É o Pastor que fascina: quem olha para ele descobre que a vida é realmente bela se o seguir. Para conhecer esta beleza, não bastam apenas os olhos do corpo ou critérios estéticos: são necessárias a contemplação e a interioridade. Só quem se detém, escuta, reza e acolhe o seu olhar pode dizer com confiança: Acredito nele, com ele a vida pode ser realmente bela, quero percorrer a via desta beleza. E o mais extraordinário é que, ao nos tornarmos seus discípulos, tornamo-nos também belos: a sua beleza transfigura-nos”, escreve o papa na mensagem.
Conhecer. Citando a frase “O Senhor da vida conhece-nos e ilumina o nosso coração com o seu olhar de amor” (n. 5), de sua Carta Apostólica, Uma fidelidade que gera futuro – publicada recentemente, em 8 de dezembro, por ocasião dos 60 anos dos Decretos Conciliares Optatam Totius e Presbyterorum Ordinis, o primeiro sobre a formação sacerdotal e o segundo sobre o ministério e a vida dos sacerdotes – , o papa Leão recordou, na mensagem, que “Deus nos conhece profundamente, contou os cabelos da nossa cabeça (cf. Mt 10,30) e para cada um pensou um caminho único de santidade e serviço”. Em contrapartida, “somos convidados a conhecer Deus através da oração, da escuta da Palavra, dos Sacramentos, da vida da Igreja e da doação aos irmãos e irmãs […]. Deus habita no nosso coração: a vocação é um diálogo íntimo com ele que, apesar do ruído por vezes ensurdecedor do mundo, nos chama, convidando-nos a responder com verdadeira alegria e generosidade”.
Confiar. “Do conhecimento nasce a confiança”, lembrou o papa. “Atitude que é filha da fé, essencial tanto para acolher a vocação como para perseverar nela. A vida, efetivamente, revela-se como um contínuo confiar e abandonar-se ao Senhor, mesmo quando os seus planos perturbam os nossos”. E citou São José, esposo de Maria e pai adotivo de Jesus, “ícone de confiança total no desígnio de Deus: confia mesmo quando tudo à sua volta parece ser trevas e negatividade, quando as coisas parecem ir na direção oposta à prevista”. O Jubileu da Esperança, celebrado em 2025, ensinou-nos a “cultivar uma confiança sólida e permanente nas promessas de Deus, sem nunca ceder ao desespero, superando medos e incertezas, certos de que o Ressuscitado é o Senhor da história do mundo e da nossa história pessoal […]. Graças à luz e à força do seu Espírito que, mesmo através de provações e crises, podemos ver a nossa vocação amadurecer, refletindo cada vez mais a beleza daquele que nos chamou, uma beleza feita de fidelidade e confiança, apesar de nossas feridas e quedas”.
Amadurecer. A vocação é um processo dinâmico de amadurecimento, recordou o papa Leão na mensagem. Para “crescer” na vocação devemos “estar com Jesus, deixar o Espírito Santo agir nos corações e nas situações da vida e reler tudo à luz do dom recebido”. O discernimento e a reflexão são importantes “para que uma vocação possa realizar-se em toda a sua beleza”.
Convite feito: conhecer, confiar, amadurecer. E para todos nós – famílias, paróquias, comunidades religiosas, bispos, sacerdotes, diáconos, catequistas, educadores e fiéis leigos. Devemos criar ambientes favoráveis ao despertar, discernir, cultivar, acompanhar vocações, para que possam dar fruto abundante. “Somente se os nossos ambientes brilharem pela fé viva, pela oração constante e pelo acompanhamento fraterno, o apelo de Deus poderá florescer e amadurecer, tornando-se caminho de felicidade e salvação para cada um e para o mundo. Caminhando pela via que Jesus, o Bom Pastor, nos indica, aprendemos então a conhecermo-nos melhor a nós mesmos e a conhecer mais de perto Deus, que nos chamou”, afirma o papa.
Convite especial aos jovens, para que escutem a voz do Senhor e descubram como poderão se doar no caminho do matrimônio ou do sacerdócio, ou do diaconato permanente, ou na vida consagrada, religiosa ou secular. “Cada vocação é um dom imenso para a Igreja e para quem a acolhe com alegria. Conhecer o Senhor significa, antes de tudo, aprender a confiar nele e na sua Providência, que superabunda em cada vocação”. Uma beleza a ser constantemente compreendida e vivenciada!
Entre os dias 27 de abril e 1º de maio acontece o 20º Encontro Nacional de Presbíteros (ENP), promovido pela Comissão Nacional de Presbíteros (CNP). Realizado no Centro de Eventos Padre Vítor Coelho de Almeida, o encontro reúne presbíteros de todo o país para dias de espiritualidade, formaRead More
Material apresenta reflexão sobre a relação entre “o ato ritual e a comunidade celebrante, bem como do vínculo essencial entre liturgia e eclesiologia”. No contexto atual, as comunidades se esforçam para consolidar a identidade eclesial da Igreja particular em comunhão com a Igreja no Brasil, Read More
Dom Rodolfo já ocupava interinamente a presidência da comissão desde a transferência do ex-presidente, dom Teodoro Tavares para a Diocese de Santiago de Cabo Verde, na África. Em sua primeira fala, o novo presidente agradeceu pelo trabalho desempenhado por tantos anos por dom Teodoro, que tambRead More
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O quarto dia da 62ª Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, realizada no Santuário Nacional de Aparecida, foi marcado pela continuidade dos trabalhos de estudo e aprofundamento das Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil. Ao longo da jornada, os bispoRead More
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Nas imagens estão os bispos das Províncias Eclesiásticas de Feira de Santana, Vitória da Conquista e AracajuRead More
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“Que o Espírito Santo esteja conosco, nos iluminando, para que nós possamos ser luz para todo o povo que Deus nos confia”, disse dom TourinhoRead More
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Para o Cardeal Dom Sergio da Rocha, a AG é um momento privilegiado de convivência e fortalecimento da comunhão entre os bisposRead More
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Reunindo agentes de pastoral, pescadores e pescadoras artesanais, bispos, representantes de movimentos sociais e organizações parceiras de todo o país, a Assembleia do Conselho Pastoral dos Pescadores e Pescadoras (CPP) foi realizada entre os dias 3 e 7 de fevereiro, em Luziânia (GO), no Centro Read More
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O IPV realizou sua assembleia ordinária anual, de 14 a 17 de agosto, com o tema central “Peregrinos de Esperança na missão de animar vocações”. O encontro foi marcado por momentos de oração e apresentação de relatórios das atividades do último ano. Nas discussões também esteve preseRead More
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O Conselho Nacional do Laicato do Brasil (CNLB) comunicou o falecimento de Carlos Francisco Signorelli, que dedicou parte significativa de sua vida a serviço do organismo, especialmente em sua missão como presidente no período de 2004 a 2010. Testemunha fiel de amor ao CNLB, Signorelli viveu com Read More
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“Elaboramos este subsídio para fortalecer a presença dos cristãos leigos e leigas na Igreja e na sociedade, sempre inspirados pelo Evangelho e pelo exemplo de Jesus Cristo”, afirma Márcio Oliveira, presidente do CNLB. O tema deste ano é um convite a uma profunda reflexão sobre o protagonisRead More
Em um encontro inspirador realizado na sede da CNBB, em Brasília, o Movimento de Educação de Base (MEB) lançou na sexta-feira, 31 de outubro, a nova edição da sua Revista MEB de Educação Popular. A publicação coloca em debate o tema urgente e crucial: “A Inteligência Artificial GeneratiRead More
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Realizada nas celebrações de Domingo de Ramos, a coleta é o gesto concreto da Campanha da Fraternidade, nascida com o objetivo de promover a fraternidade e sustentar a ação caritativa da Igreja no Brasil. O convite é transformar a prática da esmola quaresmal em ação concreta para a mudançaRead More
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Em algumas realidades do Brasil, já é possível ver experiências inspiradoras de grupos que se empenham em ações para garantir um lar digno para viver e se desenvolver como pessoa e em família. O jornalista Daniel Gomes, do Jornal O São Paulo, da Arquidiocese de São Paulo, apresentou alguns Read More
A série Fraternidade em Ação 2026 apresenta o segundo vídeo e mostra o caminho da solidariedade desenvolvido com a população de Rua, em Belém do Pará, com o apoio de recursos do Fundo Nacional de Solidariedade (FNS), oriundos da Coleta Nacional da Solidariedade 2025 da Campanha da FraternidaRead More
O projeto “Energia solar para a Evangelização e sustentabilidade na Amazônia” é um exemplo de integração das práticas evangelizadoras ao compromisso concreto com o cuidado com a Casa Comum. Foram instaladas placas de energia solar em sete barcos missionários das paróquias e áreas pastoraisRead More
Com a inspiração do tema “Fraternidade e Moradia”, o projeto “Cada paróquia, um mutirão por moradia” tem o objetivo de buscar viabilizar a solidariedade, diante do grave cenário no qual cerca de 26 milhões de famílias brasileiras vivem em moradias precárias ou inadequadasRead More
Um projeto apoiado pelo Fundo Nacional de Solidariedade, iniciativa da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), vem promovendo impacto social e ambiental em Porto Alegre. Trata-se do “Iluminar para recuperar”, desenvolvido pela Pia União das Irmãs da Copiosa Redenção, na ComunidaRead More
Projeto da Obra Sagrados Corações de Jesus e Maria, da Comunidade Católica Shalom no Rio de Janeiro, buscou os recursos para a instalação de um sistema de energia solar na casa que realiza o acolhimento e cuidado integral de mulheres idosas em situação de vulnerabilidade social. Iniciativa Read More
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