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O uso da logomarca é exclusiva da CNBB e seus órgãos. A utilização da mesma por terceiros e para finalidades que não identifiquem a CNBB e suas competências próprias é condicionada a licença expressa do Secretariado Geral (conf. o Regimento da CNBB, art. 250).


Forma de utilização

CNBBA logomarca é composta por uma figura (símbolo) de uma pomba com as asas abertas, sobreposta ao cajado do pastor.

Na concepção da logomarca partiu-se do princípio de que a autoridade do pastoreio dos fiéis, isto é, o Ministério dos Bispos, é inspirado pela ação do Espírito de Deus. A especial efusão do Espírito Santo, de que foram repletos os Apóstolos pelo Senhor ressuscitado (cf. Act 1, 5-8; 2, 4; Jo 20, 22-23), foi comunicada por eles, através do gesto da imposição das mãos, aos seus colaboradores (cf. 1 Tim 4, 14; 2 Tim 1, 6-7).

Ministros, por vontade do Senhor, da apostolicidade da Igreja e revestidos com a força do Espírito do Pai, que governa e guia (Spiritus principalis), os Bispos são sucessores dos Apóstolos não apenas na autoridade e no poder sagrado, mas também na forma de vida apostólica, nos sofrimentos que padecem por causa do anúncio e difusão do Evangelho, no cuidado terno e misericordioso dos fiéis que lhe estão confiados, na defesa dos mais fracos, na solicitude constante pelo Povo de Deus (Pastores Gregis 43).

O Bom Pastor não abandona o seu rebanho, mas guarda-o e protege-o sempre por meio daqueles que, em virtude da participação ontológica na sua vida e missão, desempenhando de modo eminente e visível a sua parte de mestre, pastor e sacerdote, agem em sua vez. No exercício das funções que o ministério pastoral comporta, são constituídos seus vigários e embaixadores (Pastores Gregis 6).

A logomarca da CNBB em seus símbolos sobrepostos, é definida num só conjunto de imagens, fazendo referência à unidade. A unidade do Episcopado é um dos elementos constitutivos da unidade da Igreja. De fato, por meio do corpo dos Bispos, a tradição apostólica é manifestada e guardada em todo o mundo; e a partilha da mesma fé, cujo depósito está confiado à sua guarda, a participação nos Sacramentos, cuja distribuição regular e frutuosa ordenam com a sua autoridade, a adesão e obediência que lhes é devida como Pastores da Igreja, são os elementos essenciais que compõem a comunhão eclesial. Precisamente porque permeia toda a Igreja, esta comunhão também estrutura o Colégio Episcopal e constitui uma realidade orgânica, que exige uma forma jurídica e é ao mesmo tempo animada pela caridade (Lumen gentium 20).

Conceito do Logotipo

Na concepção da logomarca partiu-se do princípio de que a autoridade do pastoreio dos fiéis, isto é, o Ministério dos Bispos, é inspirado pela ação do Espírito de Deus. A especial efusão do Espírito Santo, de que foram repletos os Apóstolos pelo Senhor ressuscitado (cf. Act 1, 5-8; 2, 4; Jo 20, 22-23), foi comunicada por eles, através do gesto da imposição das mãos, aos seus colaboradores (cf. 1 Tim 4, 14; 2 Tim 1, 6-7).

Ministros, por vontade do Senhor, da apostolicidade da Igreja e revestidos com a força do Espírito do Pai, que governa e guia (Spiritus principalis), os Bispos são sucessores dos Apóstolos não apenas na autoridade e no poder sagrado, mas também na forma de vida apostólica, nos sofrimentos que padecem por causa do anúncio e difusão do Evangelho, no cuidado terno e misericordioso dos fiéis que lhe estão confiados, na defesa dos mais fracos, na solicitude constante pelo Povo de Deus (Pastores Gregis 43).

O Bom Pastor não abandona o seu rebanho, mas guarda-o e protege-o sempre por meio daqueles que, em virtude da participação ontológica na sua vida e missão, desempenhando de modo eminente e visível a sua parte de mestre, pastor e sacerdote, agem em sua vez. No exercício das funções que o ministério pastoral comporta, são constituídos seus vigários e embaixadores (Pastores Gregis 6).

A logomarca da CNBB em seus símbolos sobrepostos, é definida num só conjunto de imagens, fazendo referência à unidade. A unidade do Episcopado é um dos elementos constitutivos da unidade da Igreja. De fato, por meio do corpo dos Bispos, a tradição apostólica é manifestada e guardada em todo o mundo; e a partilha da mesma fé, cujo depósito está confiado à sua guarda, a participação nos Sacramentos, cuja distribuição regular e frutuosa ordenam com a sua autoridade, a adesão e obediência que lhes é devida como Pastores da Igreja, são os elementos essenciais que compõem a comunhão eclesial. Precisamente porque permeia toda a Igreja, esta comunhão também estrutura o Colégio Episcopal e constitui uma realidade orgânica, que exige uma forma jurídica e é ao mesmo tempo animada pela caridade (Lumen gentium 20).

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