Arquidiocese de Florianópolis realiza Jubileu da Misericórdia dos Presbíteros

Programação fez parte do Ano Santo da Misericórdia

Como parte do Ano Santo da Misericórdia, a arquidiocese de Florianópolis (SC) promoveu, no dia 2 de junho, o Jubileu da Misericórdia dos Presbíteros, no Santuário Nossa Senhora de Azambuja, em Brusque. Além do arcebispo dom Wilson Tadeu Jönck e do bispo emérito, dom Vito Schlickman, também estiveram presentes diáconos e padres. 

Em suas palavras de boas-vindas ao clero diocesano, dom Wilson destacou o dom da vocação. “Nesta semana do Coração de Jesus e de oração pela santificação dos sacerdotes encontramos no coração de Cristo a razão de ser da nossa vocação”, assegurou.

Na homilia, o arcebispo ressaltou que se deve “viver na certeza de que Deus ama a todos e nos quer bem”. O bispo comparou a postura dos padres e dos pastores à postura da mãe pelo filho. “Não importa se o filho erra, ela sempre o acolhe. Como sacerdotes, devemos ter este amor”, afirmou. 

Dom Wilson disse ainda que “o amor da mãe pelo filho é um mistério e tem influência no mundo todo”. Ao finalizar, o bispo exortou para que se reflita no modo de ser sacerdote e disse que este dom é “um instrumento do amor de Deus”.

O Jubileu

Após a recepção de dom Wilson, a programação do Jubileu iniciou com um café da manhã, seguido da meditação do padre José Artulino Besen sobre “o amor escandaloso de Deus”. 

Segundo o sacerdote, “o Ano da Graça não é um período de regeneração delimitado pelo começo e pelo fim de um ano na cronologia da história, mas sim, é um Ano mergulhado no hoje de Deus, no mistério da salvação decidido por Deus desde toda a eternidade, pois o plano da criação inclui o plano da salvação”. 

Para o coordenador do Conselho Missionário Diocesano (Comidi), padre Josemar Silva, o Jubileu dos Presbíteros foi “um momento forte de reflexão, de aprofundamento do Ano da Misericórdia, onde o enfoque foi perceber o amor de Deus por nós - um amor escandaloso”.

Já na capela do Seminário de Azambuja, os padres participaram da Celebração Penitencial, conduzida pelo coordenador da Pastoral Presbiteral, padre Vilson Groh. Na ocasião, eles refletiram sobre as obras de misericórdia corporais e espirituais, além de participarem da confissão. “O confessionário não é uma câmara de tortura, mas um lugar de misericórdia”, afirmou o padre.

Com informações e foto da arquidiocese de Florianópolis